Entrelinhas mal traçadas, estas linhas desgarradas são receitas mescladas de previsão e nostalgia. É loucura sana de amor; clausura insana interior. Prosa e Poesia.
domingo, 28 de junho de 2009
Analogia
Nasce puro, é fruto de amor. Descobre cedo a dor e aprende a superar.
Ganha essência, cor, paixão. Traduz a voz do coração. Diz ao sonho:
viva e vá.
Fita e brilha; ilumina e trilha seu caminho e só.
A força altiva revela toda uma vida, do júbilo ao fel,
do pó ao pó.
Enfraquece, o tempo; padece ao vento. E suja e dói e cura, então.
Até o dia em que o destino à morte conta: deixa de mirar o horizonte, agora é céu ou chão.
Dança no piscar e chora, cansa de pôr lagrima fora. Vê-se rubro, enfim.
Dá-se ao último mergulho na lembrança, sente o limiar da esperança. Fecha, põe-se e fim.
nhá!
Hugo Trapp's
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Não era só mais uma de amor
E como se não houvesse mais nada de interessante, eles estavam lá, dois opostos tão distantes, separados apenas pela mesa, bem posta, quase intocável, de um restaurante; aquele mesmo, do primeiro encontro, no dia em que um olhar só fora o bastante. A música ao fundo fazia de tudo, menos acalmá-los. As pernas tremiam num ritmo indeterminado e, quando se tocavam, dois sorrisos sem jeito surgiam de repente, como se aquele indício, quase que imperceptível, de relação fosse o mais proibido dos pecados. As mãos, molhadas por um suor gelado, faziam questão de dançar nesse balé desregrado, ditado pelo piscar incessante e nervoso dos olhos, ora acometidos por uma falsa despretensão, ora pela inevitável esperança. Das bocas, saíam algumas poucas palavras tortas que, em meio à falta de sentido, serviam apenas para que o grito não despertasse na hora errada. Era fato: cada um queria esconder todos os seus defeitos, fosse qual fosse o sacrifício, mas não passou do início, nem demorou sequer três sorrisos para que ficassem à vontade. Foi então que começaram a transparecer as diferenças, as crenças, os ideais. De um lado, um passado escondido, talvez por sofrimento; do outro, um jorro de lembranças e momentos, dos quais um não queria lembrar, e o outro, ouvir falar. Ideias mais que divergentes, pensamentos inerentes ao estilo de cada um. Discussões que pareciam infindáveis, interrompidas por um semblante fechado, um rosto virado para o lado, um tom de voz alterado e um silêncio inquietante, nem um pouco satisfatório. E entre essas idas e vindas, um sentimento de cumplicidade afetava, igualmente, as duas metades, mesmo sem ninguém saber por que. Para os dois, naquele momento, parecia loucura pensar em amor. Ela pensava: com ele, não; ele imaginava: com ela, nunca. Pobres relutantes, mal sabiam que já era tarde demais. E, apesar de tudo, não tardou para que se entendessem e que a história, de fato, começasse. Foi rápido demais pra que qualquer um compreendesse; foi forte demais pra que o mundo esquecesse. Até havia quem achasse ser apenas mais uma de amor, mas era muito mais. Eram, indiscutivelmente, dois mundos. Mas também era, claramente, o melhor de cada um.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Pseudo-eloquência
"Ora, ora, meu caro, diga se não é para revoltar-me: certa feita, enquanto caminhava, distraído, por uma dessas ruelas movimentadas do centro, um covarde transeunte, recluso em seu anonimato, esbravejou: “- Mas olhem sós, se não é o mais novo poeta do século, aquele que acha que pode falar de tudo e de todos!?!? Cuidado com essa língua solta!! –“ Rapidamente, todos me fitaram e riram da minha expressão assustada; ao final das contas, fui pego de surpresa. Mas não pense que me incomodei com aquela crítica, ou mesmo com a chacota. O que me deixa descontente é constatar que aqueles que não me conhecem bem julgam-me como mais um daqueles poetas desvairados, loucos para mudar um mundo sem jeito. E pensam que sou como os românticos, que frente a qualquer crítica mal feita, trancavam-se em seu claustro sombrio e se vingavam mergulhando em versos melancólicos. Não que o romantismo não me agrade, até me apraz muito, mas havemos de convir que seus representantes eram de uma fragilidade exacerbada, apesar de motivos pessoais e históricos. Minha vingança é muito mais sutil, eles que aguardem as minhas palavras. Enfim, esta não é a hora apropriada para falar sobre literatura, ou então passaríamos dias e noites em claro debatendo sobre a minha maior paixão. E, como bem sabes, sou um mero poeta apenas nas horas vagas e tenho os meus afazeres."
Eu ainda não sei por que pus esse pequeno texto. Encontrei ele agora há pouco, procurando alguns arquivos no meu computador e resolvi postá-lo. Era um principio de estória, mas resume bem algumas coisas; outras não passam de mera ficção, talvez bem relatada.
Sinceramente? Eu realmente achei que não fosse mais voltar aqui, ou talvez demorasse um longo tempo para fazê-lo. Mas o problema é que eu não resisto, é mais forte que eu; por mais que eu diga que não vou voltar, sempre acabo dando asa pra essa imaginação que não me deixa em paz: ela chega, entra sem pedir e teima em não ir embora. Por isso, eis-me, e, mesmo não agradando a todos (lê-se: a alguns poucos), um esboço de reação é inerente ao meu retorno, nem um pouco triunfante.
Confesso que essa semana me desanimei em relação aos meus escritos. Andei vasculhando alguns blogs alheios, a fim de aprender um pouco mais sobre esse ramo literário, e cheguei à conclusão que ainda não sei escrever nada. Melhor que isso foi conseguir enxergar a iminente necessidade de tomar vergonha na cara e me dedicar um pouco mais a uma das poucas utilidades que me aprazem.
Porém, apesar dessa injeção de coragem, o principal ainda não me veio - ou talvez já esteja aqui, eu é que não percebi. As ideias. Sim, eu tenho muitas, mas nada compatível com o que eu quero, e com o que você talvez queira, se não estiver entrando aqui apenas para me fazer um favor. Eu sei que prometi, na postagem passada, assuntos interessantes e coisas novas. Receio ter falhado. Mas tentem me entender: não foi, de todo, culpa minha. O ano corrente não é dos melhores para se dedicar a outra coisa senão o vestibular, principalmente se for uma segunda tentativa. E eu tenho passado mais tempo, durante a semana, no cursinho do que em casa. Claro que isso não é desculpa, já que os fins de semana existem, também, para esse tipo de coisa; mas havemos de convir que é muito pra uma pessoa só.
E pra piorar tudo, eu só me vejo dividido entre pensamentos didáticos e amorosos. Isso quando ambos não se confundem, já que ela - a, por mim, mais adjetivada de todas - tem frequentado o mesmo ambiente estudantil que eu. Bem, isso não vem ao caso. Isso aqui não é um diário, muito menos uma sessão de terapia amorosa.
Por fim, se você chegou até aqui, já é um grande progresso, e, se não foi por aquele motivo citado anteriormente, eu fico demasiado grato. Gostaria de pedir, encarecidamente, que se comova com a minha história e me ajude nessa tarefa, ou seja, se estiver interessado, podemos revitalizar isso que eu chamo de meu blog e torná-lo algo, de fato, útil. E, ah, qualquer ideia será bem-vinda.
Grato desde já.
Hugo Trapp’s
(P.S.: Por favor, relevem qualquer defeito da letra, a minha paciência esgotou depois da 45ª tentativa de mudança.)
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Mudança
Além disso, é uma boa distração pra esse fim de férias monótono. Sim, eu fui ao paraíso de verão desse ano, também conhecido por Tamandaré, mas ainda não decidi se foi bom ou não. Aconteceu tanta coisa, que eu preciso pôr numa balança pra concluir se foram as boas ou as ruins que prevaleceram. Por conseguinte, prefiro não dizer se valeu a pena ou não. Ah, acho que a melhor coisa de lá foi ter aprendido a escrever no T9, me senti o cara, há. Enfim, até vai haver mais um show hoje, mas eu não vou gastar 35 reais só pra ver Chiclete. Ou Arreio de Ouro canta alguma coisa além de "Tchê, Tchê, Tchê"? E Nação Forrozeira, alguem já ouviu falar? Bora-Bora eu nem comento. É, tô fora.
Ah, chega, isso aqui não é um diário, ora.
E pra essa postagem não ficar, de total, em vão, eu vou tentar pôr algo de útil(ou não) aqui:
É bom escrever coisas e ver que as pessoas gostam, mesmo sabendo que elas podem não sentir aquilo o que você sente e escreveu. Reconhecimento realiza. É bom perceber que a parte igual de todos nós, eu consigo compreender e externar. Transcrever sentimentos que, às vezes, não são só meus. Tocar com palavras, nem que seja só um coração, já me deixa satisfeito. Feliz. Entender aquilo que as pessoas não entendem, simplesmente por não o querer. Instigar à felicidade. Não encare isso como besteira. Pareço estar viajando, mas é a pura verdade. É sentimento, e isso não muda. Isso é minha obrigação. E tenho convicção em dizer que não é de hoje. Sou sempre assim. Mas nem sempre convêm me permitir. Note-me e note. Sem vanglórias, minha vida é reflexão. Parece loucura, eu sei. E, antes de dormir, eu faço como Marcelo Camelo e me pergunto: quem é mais sentimental que eu?
Confesso que estou sentindo dificuldade em escrever isso, não pela forma, mas pelo que escrever. Perdoem-me por essa "primeira" postagem, um tanto quanto banal; eu prometo que, até a próxima, eu vou pensar em algo interessante pra postar, ou então vou acabar desistindo e não postando mais nada. Eu só fiz isso porque preciso urgentemente mudar, nem que seja apenas o meu blog.
nhá!
Hugo Trapp's
sábado, 3 de janeiro de 2009
A velha estória.
Você me manda ter calma, diz que tudo isso passa e que não vale a pena chorar. Mas como eu posso suportar se sequer consigo falar? Está tudo aqui, resguardado, protegido; escondido por trás de um sorriso que engana até a mim mesmo. O meu sentimentalismo, a tua falta e o meu choro. A força - ou a falta dela - e um "muito" caso, que às vezes eu faço. Um tudo pequeno e complicado por mim mesmo. O meu falar demais, sentir demais. Salvo raras exceções, poucas coisas fazem sentido e eu sigo o meu dia-a-dia por pura obrigação. Parece-me que sou incapaz de dizer não. Vou aceitando tudo passivamente e me tornando figurante do meu filme sem roteiro. Tudo conspira para um inferno dantesco, e aquele paraíso eu não sei pra onde foi.
Ah, você acha que isso é drama? Espera só pra ver o drama que eu faço quando falo de nós dois. Esqueço do mundo e me desfaço, não disfarço, tudo fica pra depois. Só vale lembrar que, se o mérito é seu, a culpa não fica atrás. Um dia você esquece dele e me nota, e então prova a falta que um grande amor te faz. E tudo isso é o que eu sinto, até confesso que falei demais; quem sabe além da minha própria consciência. Mas me perdoe, porque na minha estória de amor é assim: você deveria ser o ponto final, mas sempre vira reticência.
Eu quero te dizer tanta coisa, dizer que eu te amo muito, e que não é como das outras vezes. Não é mais aquela paixão, de desejo e carne. É mais forte e ao mesmo tempo mais suave. Você é a parte que eu mais gosto da minha rotina. O perfume perfeito e a voz de menina. O grito que você dá quando me abraça; a cara que você faz das minhas piadas sem graça. Esse teu jeito, que manda e desmanda no meu coração.
Fora isso, tanta coisa, mas eu tenho que terminar.
Então me escuta, minha preta: o brilho do teu olhar vai ser sempre a certeza de que as minhas juras de amor nunca foram em vão. Um dia, tudo isso deve passar, e a nossa amizade vai continuar, pra sempre. Tuas palavras vão sempre me confortar e teu sorriso me fazer feliz. E eu vou aonde você for, nem que seja em meio à dor, só pra te ver sorrir pra mim.
Acredite, por voce eu vou até o fim.
Hugo Trapp's
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Só pra não ficar parado, abandonado.
E se você diz que vai embora, eu digo vai não, meu bem, vai não. É que eu sou escravo da tua sombra e ela me leva a lugares que eu não quero ir. Vai não, meu bem, que o meu sorriso também é forte e não te deixa partir. E se você olha pra trás de relance, por um instante, vê um vestígio de saudade, é verdade: sabe e não nega que é a dona desse coração. Então volta e encosta a cabeça no meu ombro, e com aquele riso frouxo faz-me lembrar que o nosso amor é muito mais que mera distração. É aquela velha cumplicidade, que acalma e conforta, mostrando que nenhum problema importa quando há alguem do nosso lado. É que pra gente não existe cansaço e todo dia é carnaval. Ah, meu bem, vem e esquece tudo aquilo que faz mal.
(...)
nhá!
Hugo Trapp's
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Crítica?
Entenda como quiser; ou, se preferir, não entenda.
Três peixes estão voando e dançando soltos pelo ar. Há um tigre nadando e caçando uma ararinha, azul de tanto cantar. Uma onça recém-pintada repousa sob a brisa calma, até a tinta secar. Duas girafas imponentes gritam num agudo estridente: lá vem o bicho-papão. A onça se esconde na toca, o tigre, coitado, se afoga, e ninguém sabe onde está o leão. O invasor desgraçado tira da árvore um braço e, a cada passo, pisa em três ou quatro pirilampos. Ao longe, ele ouve o choro de um potro, aos prantos. Ouve também um lobo, uivando como louco e dizendo que, pouco a pouco, a aurora se foi. A tarde, vazia, se perdeu na tristeza; a noite, sozinha, chegou com destreza; o sol ficou pra depois. O que antes era uma floresta tão bela, hoje é uma selva de pedras, do paraíso à perdição. O monstro então vira homem, todos os bichos se escondem, e ninguém sabe onde está o leão.
Eu viajei. Fato.
Mas, acredite, faz sentido.
Hugo Trapp's
domingo, 9 de novembro de 2008
Início, falhas e esperança.
Ah, sim, isso é mera imaginação:
As minhas mentiras têm pernas compridas e dançam, seguindo à risca, a valsa da ilusão. O choro faz poemas bobos e escreve os contos do meu coração. Mas meu sorriso se indispõe com o grito e teima em virar riso pra eu não ter que chorar. Eu consigo tudo o que quero nessa fuga farsista, só que metade de mim é falso-moralista e não sabe se controlar. Pedi demais ao mundo e ele jurou de pés juntos que já deu tudo o que tinha. Então vou ter que apelar à maldita hipocrisia? Ou será que devo dizer que prefiro uma sombra de prazer a um corpo de cansaço? Meu presente insiste em morrer de saudade do passado.
Saudade.
Pronto, resolvi me revoltar e criar algo mais profundo. Vou montar meu próprio mundo, e dane-se toda e qualquer razão. Amores não-correspondidos, lá, serão proibidos e, por lei, ninguém vai sofrer. A chuva só vai cair quando eu quiser assim, e vai ser pro meu jardim não parar de florescer. Vai ser tudo do meu jeito, vai ser tudo tão perfeito...mas nada será real.
Nada.
Por isso me aflige o medo de ser o primeiro a entrar no mundo que eu fiz. Quem me dera ser o herdeiro do sonho que sonharam para mim. Era tudo tão tranqüilo: todo pai vê em seu filho o futuro da nação. Mas há aqueles que se perdem e mergulham em poemas inertes, se tornam poetas da desilusão. A minha vida, uma orquestra mal regida, erra até a nota em si. O maestro se senta à beira do palco e vê uma platéia sem respaldo: os outros não param de rir.
De mim.
Porém cada um tem consciência do seu próprio pecado e sabe o perdão que merece. Ai de quem se compadece, eu não vou deixar barato. Aquele sol há de voltar, e a esperança vai de mãos dadas comigo. Encho a boca pra falar que não estou mais nem aí pro perigo. Pouco me importa se a tristeza bate à porta, agora eu não abro mais. Cansei da melancolia e parei com a velha mania de todo dia olhar pra trás. Enjoei dessa viagem sem destino; a minha alma de menino ainda tem muito que fazer. Quem sabe não seja escrever algo um pouco mais sensato. Não sou poeta de direito, mas talvez o seja de fato.
Não importa, no fim tudo se resume a mera e pobre poesia: escrevi tudo o que queria e só me resta descansar. Pois os versos batem à porta da boca, mas a dor se faz de louca pra não ter que cantar.
P.S.: O co-proprietário dessa espelunca afirmou que prefere ficar no anonimato até após o vestibular, quando, enfim, dará o ar de sua graça. Assim EU espero.
Hugo Trapp's
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Eu quero.
Na primeira hora do dia, quero ouvir um bom dia, não quero choro, quero alegria. Quero apenas um: "Amigo, estou aqui pro que der e vier", quero gostar de viver. Quero olhos brilhantes me fitando. Quero braços quentinhos, em laço me abraçando. Quero um conselho e um beijo na testa. Quero planos para o fim de semana. Quero segredos compartilhados. Quero perguntas discretas e indiscretas. Quero respostas sinceras. Quero choros consolados. Quero cantar em duetos desafinados. Quero brincar de palhaço. Quero me fantasiar e fantasiar. Quero fazer caretas e dar piruetas. Quero fazer com amigos coisas que não faria com ninguém. Quero mudar e me moldar. Quero contos e poesias. Quero histórias de magia. Quero ter medo de ser igual. Quero ser diferente. Quero não ser normal. Quero mergulhar em lembranças. Quero sentir como é bom ser criança. Quero olhar pra trás e sentir saudade. Quero olhar para o lado e ver um sorriso. Quero olhar para o lado e ver um amigo, sempre comigo. Quero viver sempre assim, com vocês.
P.S.: Exceções à parte, isso é pra vocês.
Hugo Trapp's
domingo, 19 de outubro de 2008
Boas-Vindas
Seja bem vindo(a) ao nosso mundo. Ao adentrar, peço que se livre de qualquer senso crítico exacerbado e permaneça sempre fora do limite da sensatez.
"Viver por viver, em si, já consiste em um dilema. Quem olha não vê, porém, de longe, acena para um futuro desconhecido. Ao longe, no horizonte, surge, infante, uma figura ensandecida. Vem, e como vem. A passos largos se aproxima. Se multiplica e fascina. Domina. Está, então, por toda parte. Faz-se parte. Metade e todo. De repente num salto está no alto. E some. Me consome. Ressurge e me ilumina. Ofusca. E então me revolto; cansei. Luto e reluto. Em vão. Estou no chão. Eu sei, não posso com ela. Me rendo. É o destino. E por medo da morte e dos caprichos de um futuro incerto, faz-se preferir deixá-lo assim: subentendido."
A gente discutiu sobre o nome do blog, sobre o título do blog, sobre quem ia postar primeiro e o que ia postar...Enfim, chegamos a isso que você está vendo. Com o tempo, a gente faz melhor.
Hugo Trapp's